{"id":1306,"date":"2015-12-02T21:52:43","date_gmt":"2015-12-02T21:52:43","guid":{"rendered":"http:\/\/revistacentro.org\/?page_id=1306"},"modified":"2015-12-16T13:26:51","modified_gmt":"2015-12-16T13:26:51","slug":"pontosdeonibus","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/revistacentro.org\/index.php\/pontosdeonibus\/","title":{"rendered":"SOCIALISMO EM TODAS AS ESCALAS &#8211; Os pontos de \u00f4nibus sovi\u00e9ticos documentados no livro do fot\u00f3grafo Christopher Herwig"},"content":{"rendered":"<div id=\"marzia\" class=\"x-section center-text\" style=\"margin: 0px; padding: 12.5% 0px;  background-color: #0d0d0d;\" ><div id=\"\" class=\"x-container\" style=\"margin: 0px auto; padding: 0px; \" ><div  class=\"x-column x-sm x-1-1\" style=\"padding: 0px; \" ><img  class=\"x-img x-img-none\" style=\"width: 100%; padding: 0px 0px 0px 0px !important;\" src=\"https:\/\/revistacentro.org\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/Saratak-ARMENIAa.jpg\" ><\/div><\/div><\/div><div id=\"kok\" class=\"x-section\" style=\"margin: 0px; padding: 0px 0px 45px;  background-color: #ffffff;\" ><div id=\"\" class=\"x-container max width\" style=\"margin: 0px auto; padding: 0px; \" ><div  class=\"x-column x-sm x-1-1\" style=\"padding: 0px; \" ><hr  class=\"x-gap\" style=\"margin: 70px 0 0 0;\"><div id=\"\" class=\"x-text none\" style=\"\" ><h6>POR <span style=\"color: #808080;\">ANNA KATS<\/span><\/h6>\n<h6>TRADU\u00c7\u00c3O <span style=\"color: #808080;\">GABRIEL KOGAN<\/span><\/h6>\n<h6>FOTOS <span style=\"color: #808080;\">CHRISTOPHER HERWIG<\/span><\/h6>\n<\/div><div id=\"\" class=\"x-text none\" style=\"\" ><h1><span style=\"color: #000000;\">SOCIALISMO EM TODAS AS ESCALAS<\/span><\/h1>\n<\/div><div id=\"\" class=\"x-text none\" style=\"\" ><h3><span style=\"color: #808080;\">Os pontos de \u00f4nibus sovi\u00e9ticos documentados no livro do fot\u00f3grafo Christopher Herwig<\/span><\/h3>\n<\/div><hr  class=\"x-gap\" style=\"margin: 30px 0 0 0;\"><div  class=\"x-columnize\" >\n<p>A Uni\u00e3o Sovi\u00e9tica ocupou um territ\u00f3rio espraiado, vasto \u2013 que podia ser, principalmente, atravessado por \u00f4nibus. Num pa\u00eds onde os autom\u00f3veis privados eram escassos, muitos cidad\u00e3os, especialmente a maioria daqueles que viviam fora dos centros cosmopolitanos, dependiam de uma extensa rede de linhas desse tipo de transporte rodovi\u00e1rio para ir de um lugar ao outro. Esta\u00e7\u00f5es de \u00f4nibus, de fato, se tornaram marcas de lugares long\u00ednquos demais para serem atingidos por trem ou por qualquer outra infraestrutura de transporte p\u00fablico.<\/p>\n<p>Um livro recente de Christopher Herwig mostra que eram raros os pontos de \u00f4nibus sovi\u00e9ticos convencionais: uma das poucas caracter\u00edsticas recorrentes dentro do impressionantemente inventivo e variado design dos pontos era o letreiro azul anunciando o nome, em particular, daquele lugar. Vilarejos como Saratak, Romanovca ou Kupiskis podem ser de dif\u00edcil localiza\u00e7\u00e3o no mapa, mas procurando por eles, Herwig insiste que, mesmo esses cafund\u00f3s provincianos s\u00e3o terreno f\u00e9rtil para uma arquitetura excepcional.<\/p>\n<p>Herwig entende o significa de um nome: Pontos de \u00d4nibus Sovi\u00e9ticos (<em>Soviet Bus Stop)<\/em>, o t\u00edtulo maravilhosamente simples n\u00e3o carrega qualquer valor de ju\u00edzo sobre a infraestrutura pol\u00edtica que produziu esses abrigos, a qualidade dessa arquitetura ou o valor cultural relativo dessas localidades long\u00ednquas nas quais os pavilh\u00f5es foram constru\u00eddos. Esse livro \u00e9 a primeiro e in\u00e9dito documento; uma cr\u00f4nica de 30.000 quil\u00f4metros percorridos por treze rep\u00fablicas p\u00f3s-sovi\u00e9ticas em uma d\u00e9cada de procura pela engenhosidade arquitet\u00f4nica. O fot\u00f3grafo n\u00e3o trata seu assunto como rel\u00edquias de alguma era passada, m\u00edtica; em vez disso, ele mostra essas estruturas com um viajante ocasional \u00e0 espera, como se a arquitetura continuasse por merecer sua fun\u00e7\u00e3o fundamental naquele dia.<\/p>\n<p>Para conferir m\u00e9ritos \u00e0 abordagem de Herwig, basta olhar publica\u00e7\u00f5es \u2013 sucessos de vendas recentes \u2013 como <em>Cosmic Communist Constructions Photographed<\/em>, de Frederic Chaubin ou <em>Spomeniks<\/em>, de Jan Kaempener, ambas nas quais fetichizam a monumental arquitetura constru\u00edda sob os olhos atentos do estado socialista como rel\u00edquias nost\u00e1lgicas. O fot\u00f3grafo n\u00e3o apresenta a mat\u00e9ria desse assunto arquitet\u00f4nico como estranha, nem exc\u00eantrica ou como \u201cfora desse mundo\u201d \u2013 orientalizando a linguagem adotada por muitos escritores e fot\u00f3grafos ocidentais nos quais exibem um impulso autoelogioso que, suspeito, remonta a dualidade ret\u00f3rica especialmente popular entre aqueles que &#8220;venceram&#8221; a guerra fria.<\/p>\n<p>Na realidade, a decis\u00e3o de Herwig em focar em uma \u00fanica tipologia contradiz alguns dos estere\u00f3tipos negativos predominantes sobre a arquitetura sovi\u00e9tica do p\u00f3s-guerra: que foram todos constru\u00eddos em concreto pr\u00e9-fabricado retil\u00edneo, cinza e completamente sem imagina\u00e7\u00e3o de formas. Ostensivamente, os tamanhos diminutos dos pontos de \u00f4nibus os deixaram de fora do alcance dos sistem\u00e1ticos desenhos introduzidos por institutos que trabalharam para padronizar produ\u00e7\u00f5es de grande escala de tipologias monumentais como a habitacional. Nas rep\u00fablicas sovi\u00e9ticas, blocos residenciais eram constru\u00eddos sem muita varia\u00e7\u00e3o, mas os desenhos dos pontos de \u00f4nibus variavam incrivelmente em cada pa\u00eds. Mesmo considerando estruturas em um mesmo local, as t\u00e9cnicas construtivas e as estrat\u00e9gias decorativas variavam porque os arquitetos permitiam substancial liberdade na execu\u00e7\u00e3o do desenho do ponto.<\/p>\n<p>Embora o florescimento de certas atua\u00e7\u00f5es individuais sejam claramente evidentes nas p\u00e1ginas do livro de Herwig, \u00e9 not\u00f3rio que muitos dos designers respons\u00e1veis pelo trabalho representado pelo fot\u00f3grafo n\u00e3o s\u00e3o conhecidos pelo nome. Escrevendo no <em>New York Times<\/em>, Alice Rawsthorn chamou a tipologia de \u201cvalioso meio de express\u00e3o dos arquitetos e designers sovi\u00e9ticos\u201d \u2013 um fato que a maioria das resenhas do livro concordou, preferindo elogiar a arquitetura, mas n\u00e3o os pr\u00f3prios arquitetos. Quem s\u00e3o os designers e arquitetos, agora recebendo os elogios retroativos dos cr\u00edticos pelo mundo? O livro de Herwig oferece uma retumbante chamada para historiadores de arquitetura: descubram.<\/p>\n<\/div><hr  class=\"x-gap\" style=\"margin: 50px 0 0 0;\"><div id=\"\" class=\"x-text none\" style=\"\" ><h3><a href=\"#Pitsunda2\">Pitsunda I, ABEC\u00c1SIA<\/a><\/h3>\n<h3><a href=\"#Pitsunda1\">Pitsunda II, ABEC\u00c1SIA<\/a><\/h3>\n<h3><a href=\"#Gagra\">Gagra, ABEC\u00c1SIA<\/a><\/h3>\n<h3><a href=\"#Saratak\">Saratak, ARM\u00caNIA<\/a><\/h3>\n<h3><a href=\"#Yerevan\">Yerevan, ARM\u00caNIA<\/a><\/h3>\n<h3><a href=\"#Echmiadzin\">Echmiadzin, ARM\u00caNIA<\/a><\/h3>\n<h3><a href=\"#Biasieda\">Biasieda, BIELORR\u00daSSIA<\/a><\/h3>\n<h3><a href=\"#Cornaje\">\u010c\u00f3rnaje, BIELORR\u00daSSIA<\/a><\/h3>\n<h3><a href=\"#Astrasycki\">Astra\u0161ycki Haradok, BIELORR\u00daSSIA<\/a><\/h3>\n<h3><a href=\"#Shymkent\">Shymkent, CAZAQUIST\u00c3O<\/a><\/h3>\n<h3><a href=\"#Taraz\">Taraz, CAZAQUIST\u00c3O<\/a><\/h3>\n<h3><a href=\"#Charyn\">Charyn, CAZAQUIST\u00c3O<\/a><\/h3>\n<h3><a href=\"#Kootsi\">Kootsi, EST\u00d4NIA<\/a><\/h3>\n<h3><a href=\"#Niitsiku\">Niitsiku, EST\u00d4NIA<\/a><\/h3>\n<h3><a href=\"#Rokiskis\">Rokiskis, LITU\u00c2NIA<\/a><\/h3>\n<h3><a href=\"#Kaunas\">Kaunas, LITU\u00c2NIA<\/a><\/h3>\n<h3><a href=\"#Falesti\">Falesti, MOLD\u00c1VIA<\/a><\/h3>\n<h3><a href=\"#Balykchy\">Balykchy, QUIRGUIST\u00c3O<\/a><\/h3>\n<h3><a href=\"#Machukhy\">Machukhy, UCR\u00c2NIA<\/a><\/h3>\n<\/div><hr  class=\"x-gap\" style=\"margin: 50px 0 0 0;\"><\/div><\/div><\/div><div id=\"Pitsunda2\" class=\"x-section center-text\" style=\"margin: 0px; padding: 12.5% 0px;  background-color: #0d0d0d;\" ><div id=\"\" class=\"x-container\" style=\"margin: 0px auto; padding: 0px; \" ><div  class=\"x-column x-sm x-1-1\" style=\"padding: 0px; \" ><img  class=\"x-img x-img-none\" style=\"width: 100%; padding: 0px 0px 0px 0px !important;\" src=\"https:\/\/revistacentro.org\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/Pitsunda-ABKHAZIA-1a.jpg\" ><\/div><\/div><\/div><div id=\"Pitsunda1\" class=\"x-section center-text\" style=\"margin: 0px; padding: 12.5% 0px;  background-color: #0d0d0d;\" ><div id=\"\" class=\"x-container\" style=\"margin: 0px auto; padding: 0px; \" ><div  class=\"x-column x-sm x-1-1\" style=\"padding: 0px; \" ><img  class=\"x-img x-img-none\" style=\"width: 100%; padding: 0px 0px 0px 0px !important;\" src=\"https:\/\/revistacentro.org\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/Pitsunda-ABKHAZIAa.jpg\" ><\/div><\/div><\/div><div id=\"Gagra\" class=\"x-section center-text\" style=\"margin: 0px; padding: 12.5% 0px;  background-color: #0d0d0d;\" ><div id=\"\" class=\"x-container\" style=\"margin: 0px auto; padding: 0px; \" ><div  class=\"x-column x-sm x-1-1\" style=\"padding: 0px; \" ><img  class=\"x-img x-img-none\" style=\"width: 100%; padding: 0px 0px 0px 0px !important;\" src=\"https:\/\/revistacentro.org\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/Gagra-ABKHAZIAa.jpg\" ><\/div><\/div><\/div><div id=\"Saratak\" class=\"x-section center-text\" style=\"margin: 0px; padding: 12.5% 0px;  background-color: #0d0d0d;\" ><div id=\"\" class=\"x-container\" style=\"margin: 0px auto; padding: 0px; width: 100%; padding: 0px 0px 0px 0px !important;\" ><div  class=\"x-column x-sm x-1-1\" style=\"padding: 0px; \" ><img  class=\"x-img x-img-none\" style=\"width: 100%; padding: 0px 0px 0px 0px !important;\" src=\"https:\/\/revistacentro.org\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/Saratak-ARMENIA-1a.jpg\" ><\/div><\/div><\/div><div id=\"Yerevan\" class=\"x-section center-text\" style=\"margin: 0px; padding: 12.5% 0px;  background-color: #0d0d0d;\" ><div id=\"\" class=\"x-container\" style=\"margin: 0px auto; padding: 0px; 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\" ><img  class=\"x-img x-img-none\" style=\"width: 100%; padding: 0px 0px 0px 0px !important;\" src=\"https:\/\/revistacentro.org\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/Biasieda-BELARUSa.jpg\" ><\/div><\/div><\/div><div id=\"Cornaje\" class=\"x-section center-text\" style=\"margin: 0px; padding: 12.5% 0px;  background-color: #0d0d0d;\" ><div id=\"\" class=\"x-container\" style=\"margin: 0px auto; padding: 0px; \" ><div  class=\"x-column x-sm x-1-1\" style=\"padding: 0px; \" ><img  class=\"x-img x-img-none\" style=\"width: 100%; padding: 0px 0px 0px 0px !important;\" src=\"https:\/\/revistacentro.org\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/\u010c\u00f3rnaje-BELARUSa.jpg\" ><\/div><\/div><\/div><div id=\"Astrasycki\" class=\"x-section center-text\" style=\"margin: 0px; padding: 12.5% 0px;  background-color: #0d0d0d;\" ><div id=\"\" class=\"x-container\" style=\"margin: 0px auto; padding: 0px; \" ><div  class=\"x-column x-sm x-1-1\" style=\"padding: 0px; \" ><img  class=\"x-img x-img-none\" style=\"width: 100%; 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padding: 12.5% 0px;  background-color: #0d0d0d;\" ><div id=\"\" class=\"x-container\" style=\"margin: 0px auto; padding: 0px; \" ><div  class=\"x-column x-sm x-1-1\" style=\"padding: 0px; \" ><img  class=\"x-img x-img-none\" style=\"width: 100%; padding: 0px 0px 0px 0px !important;\" src=\"https:\/\/revistacentro.org\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/Charyn-KAZAKHSTANa.jpg\" ><img  class=\"x-img x-img-none\" style=\"width: 100%; padding: 0px 0px 0px 0px !important;\" src=\"https:\/\/revistacentro.org\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/Kootsi-ESTONIAa.jpg\" ><img  class=\"x-img x-img-none\" style=\"width: 100%; padding: 0px 0px 0px 0px !important;\" src=\"https:\/\/revistacentro.org\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/Niitsiku-ESTONIAa.jpg\" ><img  class=\"x-img x-img-none\" style=\"width: 100%; padding: 0px 0px 0px 0px !important;\" src=\"https:\/\/revistacentro.org\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/Rokiskis-LITHUANIAa.jpg\" ><img  class=\"x-img x-img-none\" style=\"width: 100%; padding: 0px 0px 0px 0px !important;\" src=\"https:\/\/revistacentro.org\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/Kaunas-LITHUANIAa.jpg\" ><img  class=\"x-img x-img-none\" style=\"width: 100%; 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colaboradora de ve\u00edculos como <em>Artinfo<\/em>.<\/p>\n<\/div><hr  class=\"x-gap\" style=\"margin: 10px 0 0 0;\"><div id=\"\" class=\"x-text\" style=\"\" ><h6>Christopher Herwig,<\/h6>\n<p>fot\u00f3grafo canadense. Viajou quase 20 mil km para registrar os pontos de \u00f4nibus sovi\u00e9ticos. Vive e trabalha na Jord\u00e2nia.<\/p>\n<\/div><hr  class=\"x-gap\" style=\"margin: 50px 0 0 0;\"><\/div><\/div><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"","protected":false},"author":1,"featured_media":1689,"parent":0,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"template-blank-4.php","meta":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/revistacentro.org\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/1306"}],"collection":[{"href":"https:\/\/revistacentro.org\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/revistacentro.org\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/revistacentro.org\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/revistacentro.org\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1306"}],"version-history":[{"count":24,"href":"https:\/\/revistacentro.org\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/1306\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2248,"href":"https:\/\/revistacentro.org\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/1306\/revisions\/2248"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/revistacentro.org\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/1689"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/revistacentro.org\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1306"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}